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Foto/Divulgação: Alex Ramos

A tristeza e a depressão pós-parto, período puerperal onde há uma alteração emocional, poderão ser diagnosticados nas unidades públicas de saúde do estado, além de serem dadas diretrizes específicas para um tratamento. A medida está prevista no Projeto de Lei 5.376/25, da deputada Giselle Monteiro (PL), aprovado, em segunda discussão, nesta quinta-feira (25/06), pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj). O texto seguirá para o Governo do Estado, que terá prazo de até 15 dias úteis para sancionar ou vetar a proposta.

A proposta estabelece medidas de acolhimento, acompanhamento e orientação às pessoas parturientes atendidas nas unidades estaduais de saúde, incluindo ações de capacitação de profissionais para identificação precoce dos sintomas emocionais relacionados ao pós-parto.

Entre as diretrizes previstas estão a disseminação de informações sobre o tema, busca ativa de mulheres que faltarem às consultas pós-parto, garantia de atendimento domiciliar em casos de sintomas, acesso a medicamentos e acompanhamento psicossocial para mães e familiares. A proposta também prevê o desenvolvimento de estudos, coleta de dados e treinamentos para profissionais que atuam no atendimento pré e pós-natal.

O projeto estabelece ainda que o Poder Executivo poderá promover ações de conscientização e divulgação de informações sobre a tristeza e depressão pós-parto, de acordo com as disponibilidades orçamentárias e administrativas dos órgãos.

A autora aponta que a adaptação com o bebê é um período onde as mulheres ficam mais sensíveis. “A proposta busca também estimular estudos sobre o tema e promover a preparação dos profissionais envolvidos nesse acompanhamento e um olhar atento para a saúde mental das gestantes pós-parto”, destaca Giselle Monteiro.

Fonte: Alerj

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