man riding electric bike in city

(crédito: iStock)

Levantamento realizado por meio de análise de buscas em plataformas online aponta Rio de Janeiro, São Paulo e Santa Catarina como os estados que mais buscaram por esses veículos nos últimos 12 meses

Cada vez mais presentes nas ruas, as motos elétricas vêm ganhando espaço entre os brasileiros, seja pela busca por alternativas mais sustentáveis, pela praticidade no dia a dia ou pelo custo-benefício. 

Um levantamento realizado pela Webmotors, maior plataforma de compra e venda de veículos do Brasil, revela que o número de pesquisas pelo termo “motos elétricas” nas plataformas de buscas online alcançou a marca de 7 milhões nos últimos 12 meses, com um crescimento expressivo de 22% nos últimos três meses. 

O movimento registrado nas plataformas acompanha uma tendência já identificada pelo setor. Segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), entre janeiro e outubro de 2025, foram emplacadas 7.133 motos elétricas, crescimento de cerca de 20,5% em relação ao mesmo período de 2024.

Afinal, o que são motos elétricas? 

Diferentemente dos modelos tradicionais, as motos elétricas funcionam a partir de um motor elétrico e podem ser recarregadas por meio de alguma tomada compatível. Sem a emissão de gases poluentes, elas surgem como uma alternativa limpa para a mobilidade urbana. Além disso, também chamam atenção pelo custo de manutenção reduzido, já que dispensam itens como filtros de óleo, comuns em motores a combustão. 

 

Quais são os estados brasileiros que mais buscaram por “motos elétricas”?

Entre os estados com maior volume de buscas online no último ano, o Rio de Janeiro lidera o ranking, reflexo de um cenário em que os veículos elétricos de duas rodas já circulam com frequência nas ruas da capital. Em seguida, aparecem São Paulo, Santa Catarina, Paraná e Espírito Santo.

A predominância das regiões Sul e Sudeste, com todos os seus estados entre os dez colocados, indicam a centralização do interesse em regiões de maior desenvolvimento econômico e infraestrutura de mobilidade, onde a adoção de novas tecnologias e soluções sustentáveis tende a acontecer com mais velocidade.

A moto elétrica precisa de CNH?

De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), motos elétricas são classificadas como ciclomotores. Dessa forma, é necessário possuir habilitação (CNH) na categoria A ou ACC (Autorização para Conduzir Ciclomotores).

Como carregar uma moto elétrica?

O processo de recarga de uma moto elétrica é simples, basta conectar o veículo a uma tomada com a tensão especificada pelo fabricante e aguardar o período indicado no manual. No entanto, é fundamental tomar algumas precauções, como evitar o carregamento em locais fechados, dando preferência a ambientes abertos e bem ventilados.

 

Metodologia

Os dados utilizados na pesquisa foram levantados a partir da soma das pesquisas dos últimos 12 meses para os termos “moto elétrica” e “motos elétricas”. Foram levantadas as buscas de plataformas da internet como Google, Bing, Youtube, TikTok, X e Pinterest. Foram analisados os dados de março de 2025 a fevereiro de 2026. Para as principais dúvidas, foram selecionados os dois primeiros resultados que apresentaram maior volume de buscas.

Sobre a Webmotors

A Webmotors foi a primeira marca brasileira a inovar na forma de comprar e vender carros e é o principal ecossistema automotivo, que engloba desde a compra, venda e uso do veículo, oferecendo soluções completas para o segmento no Brasil. Fundada em 1995, Webmotors foi pioneira na inovação do marketplace online automotivo e continua a definir o padrão para compra, venda e pesquisa online automotiva.

Em 2002, o Grupo Santander Brasil se juntou à Webmotors como seu principal parceiro e, em abril de 2013, a empresa deu boas-vindas à carsales Ltd., que adquiriu uma participação de 30%. Desde então, a empresa de tecnologia australiana contribuiu para a aceleração do crescimento da Webmotors e, em março de 2023, a carsales Ltd. aumentou sua participação acionária na Webmotors para 70%. O Santander mantém os outros 30%, além da exclusividade comercial, sendo o parceiro de crédito, seguros e soluções financeiras para transações feitas por meio da plataforma da Webmotors.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *