Samuel dos Santos, Thaila Ayala e Renato Góes (Foto/Divulgação: : Gabriella Colloni)
Iniciativa fortalece ações desenvolvidas pelo instituto em comunidades do Rio de Janeiro, São Paulo, Santa Catarina e Rio Grande do Sul
O Cidades Invisíveis realizou, na quarta-feira (10), a oitava edição do seu tradicional Leilão Beneficente, no Hotel Rosewood, em São Paulo (SP). Reunindo cerca de 500 convidados, entre artistas, empresários, influenciadores, colecionadores e apoiadores do instituto, o evento reforçou o compromisso da organização com a manutenção e a ampliação de projetos sociais desenvolvidos em comunidades vulneráveis do Rio de Janeiro, São Paulo, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
A noite foi marcada pelo encontro entre arte, entretenimento e impacto social, com apresentação do ator Gabriel Louchard, show de Dudu Nobre e set da DJ Naaja. Entre os convidados presentes estavam Thaila Ayala, madrinha do instituto e co-realizadora do leilão, Renato Góes, Jade Picon, Léo Picon, Julia Faria, Isabella Santoni, Pyong Lee, além de empresários, parceiros e apoiadores da organização social.
“O leilão mostra a força da mobilização em torno de uma causa comum. Ver artistas, empresários, parceiros e apoiadores reunidos pelo propósito do Cidades Invisíveis demonstra como a solidariedade pode ampliar oportunidades e gerar impacto social em diferentes comunidades do país. É uma satisfação acompanhar os resultados desse trabalho e contribuir para que ele alcance cada vez mais pessoas”, afirma Thaila Ayala.

No leilão, obras de nomes relevantes da arte contemporânea brasileira movimentaram os lances da noite. “Desconectados”, de Beto Gatti, recebeu o maior lance do evento. A seleção também incluiu “Castelinho de Areia”, de Adriana Varejão, “Um Nós”, de Prado Neto, e “Corazón Sagrado”, de Cainã. As obras reforçaram a conexão do Cidades Invisíveis com o circuito artístico nacional e contribuíram para aproximar arte e impacto social em uma mesma iniciativa.
A ação contribui para fortalecer a atuação do Cidades Invisíveis em projetos de educação, cultura, esporte e desenvolvimento humano em comunidades periféricas atendidas pelo instituto. Entre as ações estão os espaços Bonsai, criados para fortalecer vínculos comunitários e ampliar oportunidades para crianças, jovens e famílias em situação de vulnerabilidade social. Em 2026, a prioridade será expandir essas unidades, que oferecem gratuitamente atividades como boxe, jiu-jitsu, yoga, informática, costura, arte e dança.
“Chegar à oitava edição do Leilão Beneficente mostra a força da rede de pessoas que acredita no trabalho do Cidades Invisíveis. Este é um momento importante para reunir parceiros, apoiadores e pessoas comprometidas com a transformação social. Mais do que uma noite de encontros, o leilão fortalece projetos que geram oportunidades e ampliam o impacto que buscamos construir diariamente nas comunidades onde atuamos”, afirma Samuel dos Santos, fundador e CEO do Cidades Invisíveis.
A oitava edição do Leilão Beneficente do Cidades Invisíveis contou com patrocínio de Tailor Partners, Menzoil Racer e Revert, além do apoio de Zigurate, Palácio dos Leilões, Águas Prata e Wine’s Life.
Sobre o Cidades Invisíveis
Criado em 2012, em Florianópolis (SC), o Cidades Invisíveis é uma organização social que atua na transformação de realidades e na redução da pobreza e da desigualdade em suas múltiplas dimensões. Presente em diversas cidades do país, a iniciativa desenvolve projetos em parceria com artistas locais e nacionais, revertendo parte da renda arrecadada em ações de impacto social em comunidades de Florianópolis (SC), Rio de Janeiro (RJ), Niterói (RJ), São Paulo (SP), São Sebastião (SP) e Canela (RS). Ao longo dos mais de treze anos de atuação, o Cidades Invisíveis já destinou mais de R$ 8 milhões a projetos sociais, impactando mais de 140 mil vidas. A organização atua alinhada à Agenda 2030 da ONU e é signatária do Movimento Nacional dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável de Santa Catarina (ODS/SC), com o compromisso de combater a invisibilidade social nas periferias onde está presente.
Fonte: : Rodrigo Ramos

