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Única representante brasileira no Chicago Robotics Invitational (CRI), Tech Fênix recebeu o Clark Street Bridge Builders Award, reconhecimento concedido às equipes que transformam a robótica em ferramenta de educação e impacto social.
A equipe de robótica Tech Fênix, da Escola Firjan SESI São Gonçalo, conquistou um dos principais reconhecimentos do Chicago Robotics Invitational (CRI), competição internacional realizada em Chicago, nos Estados Unidos. Única representante brasileira no torneio,o grupo recebeu o Clark Street Bridge Builders Award, prêmio concedido às equipes que mais contribuem para aproximar crianças e adolescentes da robótica, formando novas gerações de estudantes e fortalecendo a comunidade da FIRST, organização internacionalque promove a educação por meio da ciência, tecnologia, engenharia e matemática (STEM). 
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A conquista vai além da engenharia e da programação. Diferentemente das premiações que reconhecem o desempenho dos robôs nas arenas, o Clark Street Bridge Builders Award valoriza equipes que transformam a robótica em uma ponte para novas oportunidades, despertandoo interesse de crianças e adolescentes pela ciência e pela tecnologia por meio de ações educativas desenvolvidas em suas comunidades. 
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O nome da honraria é inspirado na Clark Street Bridge, uma das pontes mais conhecidas de Chicago. Assim como a estrutura conecta diferentes regiões da cidade, o prêmio reconhece equipes que constroem pontes entre gerações, criando caminhos para que novos estudantesdescubram na robótica uma oportunidade de aprendizado e desenvolvimento. 
O impacto da robótica além das competições 
O reconhecimento internacional já pode ser visto na trajetória de Isac Farias, de 15 anos. Em 2023, antes mesmo de ingressar na Escola Firjan SESI São Gonçalo, ele participou do Torneio Interno de Robótica, iniciativa criada pela Tech Fênix e aberta a criançase adolescentes da comunidade para proporcionar a experiência de uma competição de robótica. O contato com a tecnologia despertou seu interesse pela área. Neste ano, após ingressar na escola, Isac participou do processo seletivo da equipe, foi aprovado e hojeintegra a Tech Fênix que disputará a próxima temporada.  
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A história de Isac ajuda a explicar por que a Tech Fênix recebeu o Clark Street Bridge Builders Award. Mais do que desenvolver robôs para competições, a equipe forma novos talentos, incentiva crianças e adolescentes a se aproximarem da ciência e da tecnologiae cria oportunidades para que eles trilhem o mesmo caminho. 
Foi justamente esse trabalho que levou a Tech Fênix ao reconhecimento internacional. Ao longo da última temporada, a equipe promoveu atividades em 67 escolas, impactou mais de 2,3 mil pessoas e arrecadou quatro toneladas de alimentos destinadas a instituiçõessociais. Além disso, realizou oficinas, demonstrações e ações para incentivar crianças e adolescentes a conhecerem a robótica e as carreiras ligadas às áreas de ciência, tecnologia, engenharia e matemática.  
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“Receber todo esse apoio que a comunidade dá para a gente e também poder retribuir esse apoio é muito gratificante. Receber esse prêmio mostra que o nosso trabalho não é em vão”, afirmou Maria Vitória, integrante da equipe. 
Única equipe brasileira em Chicago 
Formada por dez estudantes entre 15 e 17 anos, a Tech Fênix também chama atenção pela representatividade feminina. Dos dez integrantes que representaram o Brasil nos Estados Unidos, nove são meninas. 
A vaga no Chicago Robotics Invitational foi conquistada após o desempenho da equipe no Torneio Nacional de Robótica do Festival SESI de Educação, realizado em março, em São Paulo. Na ocasião, os estudantes garantiram a classificação para representar o Brasilao lado de mais de 40 equipes de países como Estados Unidos, México, China, Grécia e outros. 
Durante a competição, as equipes disputam partidas de dois minutos e meio que exigem estratégia, engenharia e programação. Nos primeiros 30 segundos, conhecidos como período autônomo, o robô precisa executar sozinho todas as tarefas programadas pelos estudantes.Em seguida, os competidores assumem os controles para cumprir novos desafios e ampliar a pontuação. 
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“É um jogo muito competitivo e dinâmico. Durante toda a partida a gente pega as bolas, ativa o lançador e tenta marcar o maior número possível de pontos. No final, ainda temos que estacionar o robô para conseguir uma pontuação extra”, explicaram os estudantesdurante a demonstração do robô.
 
Serviço
Equipe da Escola Firjan SESI São Gonçalo conquista prêmio internacional por inspirar novas gerações na robótica

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