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Foto/divulgação: Octacílio Barbosa

Servidores públicos do Estado do Rio de Janeiro poderão contar com ações específicas para prevenir, diagnosticar e tratar a síndrome de esgotamento profissional, também conhecida como burnout. É o que prevê o Projeto de Lei 5.744/22, de autoria dos deputados Martha Rocha (PDT), Tia Ju (REP) e Dionísio Lins (PP), que foi aprovado, em segunda discussão, pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) nesta terça-feira (12/05). O texto seguirá para o Governo do Estado, que terá prazo de até 15 dias úteis para sancionar ou vetar a proposta.

A norma prevê a realização de avaliações médicas e psicológicas periódicas, com o objetivo de identificar precocemente sinais da síndrome, além de garantir o acompanhamento dos casos por equipes multidisciplinares, reunindo profissionais de diferentes áreas da saúde para garantir um atendimento mais completo. A medida incentiva ainda a realização de campanhas educativas para informar sobre causas, sintomas e formas de prevenção do esgotamento profissional.

Outra diretriz é a capacitação contínua dos profissionais de saúde para melhorar o diagnóstico e o tratamento da síndrome. O projeto de lei ainda destaca a importância da integração entre diferentes setores, como saúde, educação, segurança e medicina do trabalho, para desenvolver estudos e políticas públicas mais eficazes. A medida também prevê o estímulo à produção e divulgação de dados sobre a ocorrência da síndrome e as medidas adotadas no estado, contribuindo para o aprimoramento das ações de enfrentamento ao problema.

“As pessoas com essa síndrome desenvolvem sentimentos de desilusão e declínio da motivação, o que traz consequências negativas tanto para os trabalhadores como para as equipes de trabalho”, explica a deputada Martha Rocha, que reforça também o impacto da doença nos resultados organizacionais.

Fonte: Alerj

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