Foto/Divulgação: Diego Nunnes
Rainha de Bateria da Acadêmicos do Tucuruvi esteve ao lado de outras mulheres neste 08 de março
Quem vê Carla Prata brilhando na Avenida como Rainha de Bateria da Acadêmicos do Tucuruvi talvez não imagine que a mesma energia que ela leva para o Carnaval também guia suas escolhas fora dela.
Por trás do samba no pé e da presença marcante, existe uma mulher profundamente conectada com causas humanas e com a importância de usar sua voz para algo maior.
Foi com esse sentimento que Carla esteve na Avenida Paulista neste 8 de março, Dia Internacional da Mulher. Em meio a um encontro de reflexão contra o feminicídio, ela se juntou a outras mulheres para lembrar que a data vai muito além de homenagens: é também um chamado à consciência, ao cuidado e à união feminina.
Para Carla, estar ali foi um gesto que traduz valores que fazem parte da sua própria história. “Ser mulher é carregar força, sensibilidade e coragem ao mesmo tempo. O Dia da Mulher é um lembrete de que nossas histórias importam e de que nenhuma mulher deveria viver com medo”, afirmou.
Acostumada a emocionar multidões no Carnaval, Carla acredita que a verdadeira força feminina também está nos gestos silenciosos de apoio, na escuta e na capacidade de se colocar ao lado de outras mulheres.
Seu posicionamento reflete algo que ela vem construindo cada vez mais em sua trajetória: mostrar que a visibilidade pode ser uma ferramenta de transformação.
Nos últimos anos, Carla vem transformando experiências pessoais em propósito. Após enfrentar o desafio de conviver com uma doença rara, passou a usar suas redes sociais para compartilhar conhecimento e apoiar outras pessoas que buscam mais equilíbrio e saúde. Hoje, produz conteúdos voltados à alimentação anti-inflamatória, saúde feminina, emagrecimento consciente e qualidade de vida, sempre incentivando a escuta do corpo e o cuidado com o bem-estar.
Mais do que a Rainha que encanta na Avenida, Carla revela, nesses momentos, uma mulher movida por empatia, consciência e pelo desejo genuíno de contribuir para um mundo mais seguro e mais humano para todas.
Fonte: Fabiana Villela

