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Programa Ponto Estratégico é uma das estratégicas para evitar proliferação do mosquito transmissor da dengue

 A Vigilância em Saúde Ambiental, ligada à Secretaria de Saúde e Defesa Civil da Prefeitura de São Gonçalo, atua em diferentes frentes de trabalho de prevenção e controle do mosquito Aedes aegypti – transmissor da dengue, zika e chikungunya. Uma das ações é chamada de Ponto Estratégico, que atua diretamente em grandes empresas, ferros-velhos, depósitos públicos, cemitérios e borracharias. 

     O trabalho é fundamental para evitar a proliferação do vetor, especialmente em locais que, pelas suas características, apresentam maior risco de acúmulo de água parada. As equipes realizam vistorias a cada 15 dias nesses espaços para identificar e eliminar possíveis focos do mosquito. Em cemitérios, por exemplo, o monitoramento é realizado em vasos, recipientes e outros objetos que podem armazenar água. Já em ferros-velhos e áreas industriais, a atenção se volta para sucatas, pneus, tambores e estruturas que favorecem a reprodução do inseto.

     “Nós vasculhamos os terrenos e objetos atrás de focos de mosquitos. Aplicamos o produto com as máquinas costais. A aplicação tem como objetivo reduzir a população de mosquitos adultos em áreas com maior incidência ou risco iminente de infestação. O inseticida é capaz de matar os insetos, além de atuar como repelente, evitando que outros ponham ovos no local. Quando há focos, os agentes recolhem amostras das larvas, que são enviadas para o laboratório para confirmar o tipo de mosquito”, explicou o diretor da Vigilância em Saúde Ambiental, Marcelo Lima.

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    O trabalho também envolve a orientação aos responsáveis pelos estabelecimentos, reforçando a importância da manutenção adequada dos espaços, do descarte correto de materiais e da adoção de medidas preventivas permanentes. O monitoramento do Ponto Estratégico independe de solicitação dos proprietários dos locais, quando não são públicos. As visitas são programadas pela Vigilância em Saúde Ambiental baseadas em dados de casos notificados de doenças pelo setor de Vigilância Epidemiológica. Ao todo, 237 pontos recebem as inspeções na cidade.

    “A Vigilância em Saúde Ambiental lembra que o combate ao mosquito é uma responsabilidade compartilhada. A colaboração de empresas, instituições e da população em geral é indispensável para manter os ambientes livres de focos e reduzir os riscos de surtos de arboviroses no município. Vamos vigiar nosso quintal para que nenhuma gota d’água vire um criadouro”, finalizou o diretor. 

    A Vigilância Ambiental mantém o pronto-atendimento. Qualquer cidadão pode ligar para o setor e pedir uma visita nos casos de infestação de qualquer vetor. Os atendimentos são feitos, em média, em uma semana. Nesses casos, os agentes averiguam a denúncia e realizam a ação necessária para acabar com os vetores. As denúncias podem ser feitas pelo telefone da Vigilância Ambiental (21) 99388-6484.

Fonte: PMSG

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