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Foto/Divulgação

Objetivo é imunizar crianças e adolescentes no período de férias

Com o período de férias escolares, a Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil da Prefeitura de São Gonçalo faz um alerta importante aos pais e responsáveis: este é o momento ideal para colocar a caderneta de vacinação das crianças e adolescentes em dia. Com uma rotina mais tranquila e maior disponibilidade de horários, o período favorece a ida às unidades de saúde para garantir que todas as doses do Plano Nacional de Imunização (PNI) sejam atualizadas.

     “Manter a imunização em dia é fundamental para proteger contra diversas doenças preveníveis, muitas delas já controladas no Brasil, como sarampo, caxumba, rubéola, poliomielite, hepatites e meningites. A atualização da caderneta evita surtos, reduz internações e garante mais segurança durante o retorno às aulas e demais atividades. Com o esquema vacinal completo, as crianças mais proteção e proteção para a segurança coletiva. Com a prevenção em dia, as crianças iniciam o próximo ano letivo mais protegidos e saudáveis”, disse a subsecretária de Saúde Coletiva, Thainá Fratane.  

      As vacinas são responsáveis ​​pelo fim e controle de muitas doenças. O exemplo mais recente foi com a pandemia de covid-19. Nas unidades, a condição clínica do paciente e as cadernetas são avaliadas. A aplicação das vacinas, que podem ser aplicadas no mesmo dia, com raras abordagens, vai depender do histórico de cada gonçalense. Eles só não podem ser aplicados em casos de febre. Todas as vacinas são seguras e recomendadas pelo Ministério da Saúde. Quem perdeu a Caderneta de Vacinação terá a indicação das vacinas que podem ser aplicadas de acordo com a idade.

      Cibelle Rodrigues de Carvalho, coordenadora de Imunização da Secretaria de Saúde, destacou que a vacinação continua sendo uma das estratégias mais eficazes para preservar a saúde infantil. “As férias trazem uma ótima oportunidade para revisar a caderneta com calma sem atrapalhar a rotina escolar. Muitas famílias conseguem organizar melhor a rotina nesse período e isso facilita a comparação às unidades. É essencial que os pais não deixem para depois, porque cada dose atrasada representa um risco desnecessário. Proteger uma criança é um ato de amor e de responsabilidade com a saúde de nossos filhos e de toda a comunidade”, afirmou.

    Para ser atendido, basta levar um caderno de vacinação e um documento de identificação nas unidades de saúde da família (USFs) que possuem sala de vacinação. A maioria das unidades abre de segunda a sexta, das 8h às 17h. O gonçalense deve chegar até às 16h30. As clínicas municipais Gonçalense do Mutondo e da Família Dr. Zerbini, no Arsenal, abrem durante a semana, das 8h às 21h; e aos sábados, das 8h às 13h, exceto pontos facultativos e feriados. 

Diferença entre vacinação e imunização

Para ser imunizado, é importante completar todas as doses recomendadas do esquema vacinal. Logo, quando a vacina é de dose única, a primeira dose já imuniza. Quando uma vacina necessita da aplicação de mais doses, a imunização só acontece quando todas são aplicadas no indivíduo, no período previsto. A imunização é o desenvolvimento da proteção para a doença para a pessoa que foi vacinada. Significa que uma pessoa produziu anticorpos contra a doença.

Vacinas disponíveis para crianças até 5 anos

BCG (formas graves de tuberculose) – ao nascer

Hepatite B – ao parto

Rotavírus humano oral (diarreia por Rotavirus) – 2 e 4 meses

Pentavalente (difteria, tétano, coqueluche, hepatite B e Haemophilus influenzae b) – 2, 4 e 6 meses

VIP (poliomielite injetável) – 2, 4 e 6 meses

Pneumocócica 10-valente (pneumonia, meningite e otite) – 2 e 4 meses e um reforço aos 12 meses

Meningocócica C (meningite meningocócica sorogrupos C) – 3 e 5 meses e um reforço aos 12 meses

Covid-19 – 6, 7 e 9 meses

Influenza – uma dose anual a partir dos seis meses e até 5 anos, 11 meses e 29 dias

Febre Amarela – 9 meses e 4 anos

Tríplice Viral (sarampo, caxumba e rubéola) – 12 meses

Tetra viral (tríplice viral e varicela – sarampo, caxumba, rubéola e catapora) – 15 meses

Hepatite A – 15 meses

DTP (difteria, tétano e coqueluche) – 15 meses e 4 anos

Varicela (catapora) – 4 anos

Vacinas disponíveis para crianças com mais de 7 anos e adolescentes

Hepatite B – A partir dos 7 anos de idade

Dupla Adulto – dT (difteria, tétano) – 1 dose a cada 10 anos a partir de 7 anos considerando doses anteriores de Pentavalente e DTP. Em caso de lesões graves, o reforço é antecipado para o intervalo de 5 anos

Febre Amarela – reforço caso a pessoa tenha recebido uma dose antes de completar 5 anos e dose única para pessoas que nunca foram vacinadas ou sem comprovação de vacinação

Tríplice Viral (sarampo, caxumba e rubéola) – iniciar ou completar duas doses de acordo com situação vacinal

HPV quadrivalente – de 9 a 14 anos e resgate de adolescentes até 19 anos, 11 meses e 29 dias

dTpa (difteria, tétano e coqueluche acelular) – a partir da 20ª semana de gestação

Qdenga (quatro tipos de vírus da dengue: Denv-1, Denv-2, Denv-3 e Denv-4) – de 10 a 20 anos em duas doses

 

Meningocócica ACWY conjugada (meningite meningocócica sorogrupos A, C, W, Y) – uma dose de 11 a 14 anos

Vacinas disponíveis para adultos

Dupla Adulto – dT (difteria, tétano) – 1 dose a cada 10 anos. Em caso de lesões graves, o reforço é antecipado para o intervalo de 5 anos

Febre Amarela – dose única para pessoas que nunca foram vacinadas ou sem comprovação de vacinação até 59 anos

Hepatite B – Sem comprovação vacinal: 3 doses

Tríplice Viral (sarampo, caxumba e rubéola) – 2 doses até 29 anos e profissionais de saúde. E 1 dose de 30 a 59 anos

dTpa (difteria, tétano e coqueluche acelular) – a partir da 20ª semana de gestação, profissionais de saúde (neonatal e pediatria) e profissionais de creche que lidam com menores de 4 anos.

Fonte: PMSG

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